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Prefeita de Colombo inaugura academias ao ar livre e agradece ao deputado Luiz Carlos Martins

Recursos foram viabilizados junto ao Governo do Paraná

Os moradores de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), ganharam duas academias ao ar livre nesta terça-feira (10). As unidades foram inauguradas pela prefeita Beti Pavin. Uma das academias foi instalada no Jardim Ana Terra, ao lado da APAE, e a outra fica no Jardim Monza, na Rua Pedro Dagostin. Em entrevista ao vivo na Rádio Banda B, a prefeita comemorou a conquista e agradeceu ao deputado estadual e radialista Luiz Carlos Martins, que viabilizou as verbas para as duas unidades.

“Estamos hoje entregando à população de Colombo dois espaços importantes para atividade física, principalmente para a terceira idade. Isso é prevenção para evitar doenças e também lazer na prática de atividade física. É uma conquista que faço questão de agradecer ao empenho do deputado Luiz Carlos Martins. Foi pela intervenção dele junto ao Governo do Paraná que conseguimos viabilizar a verba para estas duas unidades. Obrigada deputado”, disse Beti Pavin.

Além de Colombo, Martins tem viabilizado verbas para academias ao ar livre em outras cidades da região metropolitana, Norte Pioneiro, litoral, além da própria capital.

“Estes recursos que estamos pleiteando e conseguindo viabilizar junto ao governo do estado estão sendo aplicados em obras importantes para os  municípios. Este é o nosso trabalho como deputado estadual: fazer esta ligação entre as necessidades da população com os investimentos disponibilizados pelo Governo do Paraná. E esta ponte está rendendo frutos”, afirmou Martins.

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Alunos e professores criam robôs e aprendem de forma criativa em laboratório da Seed

(Via Portal Banda B)

Qual é o melhor modelo de aprendizagem?

Como enfrentar a rebeldia cada vez maior dos estudantes?

Como motivar professores cada vez mais exaustos?

As respostas a estas perguntas passam pelo desafio de oferecer uma educação criativa e interessante para alunos e docentes.

É aí que entra o Seed Lab, um ambiente de aprendizagem criado, aos moldes de um Fab Lab, que estimula a criatividade possibilitando materializar ideias de alunos e professores utilizando-se de ferramentas de fabricação digital. Criado em 2017 e localizado nas dependências da Diretoria de Políticas e Tecnologias Educacionais -DPTE da Secretaria de Estado da Educação do Paraná – Seed/PR, no bairro Boqueirão, em Curitiba, atende a professores e alunos da rede pública estadual. Durante um dia por semana também fica aberto para a comunidade (Open Day).

As atividades oferecidas no Seed Lab são: robótica, introdução a programação, construção de modelos e pequenos objetos, introdução a eletrônica, prototipagem, Impressões 3d, projetos educacionais e compartilhamento do conhecimento.

Com os laboratórios estando juntos em rede é possível capacitar as pessoas fazer as coisas por si, de maneira rápida, para a resolução de problemas, particularmente com comunidades com pouco acesso à tecnologia.

O diretor de Núcleo, professor Eziquiel Menta, conta que o maior atrativo de aprendizagem é que que professor e alunos criam juntos. “O Seed Lab usa maneiras inovadoras para envolver professores e alunos nos chamados “projetos mão na massa”. Desenvolvemos produtos para solucionar problemas e, ao mesmo tempo, aprender. Todos aprendem fazendo algo do seu interesse”, conta.

O diretor dá um exemplo prático. “Aqui temos aulas para cada um construir seu próprio robô. Em três horas montamos com cola quente, motorzinho e uma placa com sensores. O robozinho fala, se movimenta e um conversa com outro das demais equipes. Tudo é básico, feito com a linguagem correta para alunos de ensino fundamental, mas as peças acabam se encaixando como se fossem um quebra-cabeça”, explica Menta.

Kits para escolas

O projeto do Seed Lab também prevê o envio de kits de baixo custo para escolas estaduais. “São kits para que cada um tenha sua própria centrífuga, seu próprio microscópio. Temos tanto lixo eletrônico que pode ser reaproveitado e isso tudo pode estar à disposição nas escolas”, diz Menta.

Para o professor Marlon de Campos Mateus, este tipo de aprendizado muda paradigmas. “Mudamos paradigmas de aprendizagem com novos conceitos criativos. Tudo tem muito mais sucesso quando todos colocam a mão na massa. Criamos tecnologia e consumimos menos assim”, diz.

A escola que tiver interesse em mais informações sobre o Seed Lab pode ligar no fone 41 3277-7383

 

SEED LAB. DIVULGAÇÃO

(Foto: divulgação / SEED)

Doadores de sangue têm direito a meia-entrada; lei de Luiz Carlos Martins

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Amauri Mello carrega a carteira para todos os lugares. Fotos: Arquivo familiar

Quem doa, recebe. É exatamente o que propõe a Lei Estadual (13.964/2002) que dá direito à meia-entrada aos doadores de sangue. A proposta que virou Lei é de Luiz Carlos Martins, que viu a importância em atrelar necessidades primordiais da vida à cultura.  A lei existe para os doadores de sangue registrados em hemocentro e bancos de sangue de hospitais do Estado (Lei Estadual 13.964/2002).

Para Luiz Carlos Martins, essa maneira de beneficiar o doador é vista como uma corrente. “Não vejo como um prêmio, não é isso. Mas sim a união da vida com a cultura”, justifica. Segundo ele, a sugestão para o projeto que virou lei veio direto do povo, e justamente por ele estar próximo daqueles que têm voz, conseguiu fazer do pedido uma lei.

A meia-entrada facilita acessos a teatros, cinemas, eventos culturais, educacionais, científicos, esportivos e de lazer. O valor a ser pago é metade do valor estipulado pela organização e, para adquiri-lo dentro da Lei, é preciso apresentar carteirinha ou documento que comprove a condições de doador.

“Você acredita que a pessoa vai doar sangue justamente para pagar meia? Claro que não. O grande objetivo é tomar conta e formar uma grande corrente pela vida”, acredita Luiz Carlos Martins.

Esse exemplo acontece, e muito. É o caso do motorista de transporte escolar Amauri Mello, 51 anos, que tem a carteirinha de doador e sempre aproveita o desconto para vários eventos. “Doo sangue de três em três meses, faço exames periódicos e me sinto confortável em saber que posso pagar meia-entrada em vários eventos. E, ao mesmo tempo, me sinto melhor ainda em saber que estou doando vida pras pessoas”, diz.

O recorde de carteiradas, de acordo com Mello, acontece em estádios de futebol e cinema. “Estive em Londrina no fim do mês e fiquei feliz em saber que lá estão cumprindo bem a lei. É uma lei que só faz o bem”, finaliza. Ganha quem recebe a doação e, sobretudo, estreita a ideia de que há esperança na política do bem.